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Comissão da Câmara aprova agilização de cirurgia plástica reparadora para mulheres vítimas de violência no SUS

Comissão da Câmara aprova agilização de cirurgia plástica reparadora para mulheres vítimas de violência no SUS

Mudanças na Lei 13.239/15 visam acelerar atendimento médico especializado

A Comissão de Saúde da Câmara dos Deputados aprovou uma proposta legislativa que busca tornar mais ágil o acesso de mulheres vítimas de violência à cirurgia plástica reparadora no Sistema Único de Saúde (SUS). A medida se aplica especificamente aos casos em que há sequelas de lesões provocadas por atos de violência.

Alterações no processo de encaminhamento

O texto aprovado modifica a Lei 13.239/15, que já estabelece a obrigatoriedade da oferta de cirurgia plástica reparadora no SUS para essas situações. A principal mudança estabelece que, após a indicação médica da necessidade cirúrgica, a vítima será encaminhada diretamente para exames pré-operatórios e, posteriormente, para a cirurgia conforme classificação de risco e gravidade.

Função terapêutica e reconstrutiva

O relator do projeto, deputado Antonio Andrade (Republicanos-TO), destacou a importância diferenciada deste tipo de procedimento. "Diferentemente da cirurgia plástica estética, a cirurgia reparadora tem função terapêutica e reconstrutiva, buscando restaurar a função e a forma de estruturas anatômicas danificadas pela violência", explicou o parlamentar.

Inclusão na Lei Maria da Penha

O projeto também promove alterações na Lei Maria da Penha, incluindo expressamente o direito da mulher vítima de violência à cirurgia plástica reparadora com prioridade de atendimento no SUS quando houver sequelas decorrentes de atos violentos.

Tramitação e próximos passos

A proposta, que consolida o Projeto de Lei 77/21 do ex-deputado Alexandre Frota e seus apensados, seguirá agora para análise da Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania em caráter conclusivo. Para se tornar lei, ainda precisará ser aprovada pela Câmara dos Deputados e pelo Senado Federal.