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Alcolumbre defende diálogo e repúdio ao extremismo na abertura do ano legislativo | Central do Direito

Alcolumbre defende diálogo e repúdio ao extremismo na abertura do ano legislativo

02/02/2026 18:00 Central do Direito
Alcolumbre defende diálogo e repúdio ao extremismo na abertura do ano legislativo

O presidente do Congresso Nacional, senador Davi Alcolumbre (União-AP), defendeu o diálogo e o repúdio ao extremismo durante a solenidade de abertura do ano legislativo de 2026. Em discurso na sessão que inaugura a 4ª Sessão Legislativa Ordinária da 57ª Legislatura, o parlamentar enfatizou o papel mediador do Legislativo em um ano de eleições gerais.

Apelo por moderação política

Alcolumbre pediu "bom senso e paz" entre grupos ideológicos, instituições e poderes da República. "O dissenso não pode se transformar em ódio, a discordância não pode jamais se transformar em violência", declarou o presidente do Congresso, destacando a necessidade de tratar as tensões democráticas "com seriedade e sobretudo com maturidade".

Conquistas na justiça tributária

O senador destacou como conquistas recentes do Parlamento a regulamentação da reforma tributária e a isenção do Imposto de Renda para trabalhadores que ganham até R$ 5 mil mensais. "Ao garantir esta isenção, o Congresso Nacional fez uma escolha clara: proteger quem vive do salário e cobrar um pouco mais de quem naturalmente pode mais", afirmou.

Bicentenário e autonomia legislativa

Alcolumbre ressaltou a importância histórica de 2026, quando a Câmara dos Deputados e o Senado Federal completam 200 anos de funcionamento. O presidente defendeu que a busca pela paz não significa omissão na defesa das prerrogativas parlamentares e da autoridade do Congresso Nacional.

Compromisso com a união nacional

Ao encerrar o discurso, Alcolumbre convocou os parlamentares a estarem à altura do bicentenário do Legislativo, priorizando o trabalho, o respeito e o diálogo. "Escolhemos um Congresso Nacional firme na defesa de suas prerrogativas e consciente de que a política deve servir à união do povo brasileiro", concluiu o presidente.