slot gacor
slot gacor
slot gacor
Projeto de Lei Estabelece Novas Regras para Empréstimos Consignados do INSS

Projeto de Lei Estabelece Novas Regras para Empréstimos Consignados do INSS

Um novo Projeto de Lei (PL 4863/24) em tramitação na Câmara dos Deputados propõe medidas rigorosas para proteger os dados pessoais dos segurados do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) e estabelecer normas claras para a contratação de empréstimos consignados.

Proteção de dados e consentimento expresso

De acordo com a proposta, o INSS ficará proibido de compartilhar, ceder ou disponibilizar dados pessoais, bancários e previdenciários dos segurados para instituições financeiras ou terceiros sem autorização expressa, específica e individual do beneficiário. O consentimento deverá ser concedido por escrito ou em meio eletrônico seguro, com autenticação de identidade.

Requisitos para contratação de empréstimos

A contratação de empréstimos consignados associados a benefícios do INSS só será permitida mediante presença física do segurado na instituição financeira com apresentação de documento oficial, ou através de ferramentas tecnológicas que garantam sua identificação, como biometria e videoconferência. Além disso, será obrigatório o fornecimento de informações claras sobre a operação, incluindo taxas de juros e impacto no benefício mensal.

Fiscalização e penalidades

O projeto determina que o INSS deverá fiscalizar e monitorar as operações realizadas, implementando medidas administrativas e tecnológicas para garantir segurança e transparência. As instituições financeiras que descumprirem as normas estarão sujeitas a multas de até R$ 100 mil por operação irregular e suspensão do credenciamento junto ao INSS em caso de reincidência.

"O objetivo principal é proteger os segurados do INSS contra práticas abusivas e fraudes relacionadas ao uso de dados pessoais e à contratação de empréstimos consignados", afirmou a deputada Clarissa Tércio (PP-PE), autora da proposta.

O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Previdência, Assistência Social, Infância, Adolescência e Família; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisará ser aprovado pela Câmara e pelo Senado.